Enfim, estamos lá, curtindo as aulas, os sábios, doutos, cultos e letrados doutores produzindo suas teses inéditas - de privadas a religião -ensinando-nos como pensar, repensar e "descontruir" o atual. Aliás, pessoal, eu nunca pensei que pudesse me deparar com tantos termos originais: desconstrução, recorte, viés, apropriação ... nossa, esse jargão federal universitário pós-moderno intelectual renovado é porreta! Salve o Aurélio!
Bem, a gente precisa estar lá sempre às 18h30, mas o interessante é que dificelmente nossos doutos e letrados professores adentram o recinto a essa hora, só um pouquinho mais tarde como 18h45, 19h00, parmem ... será a síndrome do funcionário público que não deve obediência ou respeito a ninguém? Creio que sim, afinal quem manda neles, já que órgão público não pertence a ninguém (só a mãe Joana), mesmo sendo com meu suado imposto de renda descontado indubitavelmente a todo mês saia parte do pagamento do salário deles ... mistérios que nem a CIA descobriria ...

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