terça-feira, 29 de julho de 2014

Porto de Galinhas, Pernambuco - Brasil






Dublin 2012
Budapest 2012

sábado, 16 de abril de 2011

Europa 2011

Paris, Lisboa e Porto! Pessoal, foi muito díficil decidir para qual lugar ir nessas férias 2011!
Acalentei durante meses a esperança de poder conhecer Praga e Budapeste, quem sabe ver uma Copenhague loirosa? Nada disso deu certo ...
Não tem problema, não ... vamos a Paris, cidade luz, cidade irrequieta e onde os chineses falam inglês, sim senhor!

Ficarei alguns dias em Paris, lá para os lados da Place d'Italie, tentando seguir as sendas do livro PARIS de Colin Jones, o retrato de uma cidade desde Lutecia até os nossos modernosos dias!


Depois disso, via Ryanair a 26 euros, desembarcarei no Porto! Nunca provei um vinho do Porto em minha restrita vida alcóolica, porque sempre quis experimentar na fonte este desejo. Creio que chegou a hora!
O aeroporto não é muito longe da cidade, mas vou ficar em Vila Nova de Gaia porque achei mais "cult" e barato num Ibis.
A cidade promete ... Em seguida, por trem, vou a Lisboa! Espero me divertir muito por lá! Nem que seja levando um tombo na Torre do Tombo (que gracinha).


Retorno a Paris para torrar uns euros, economizados a força, em pefumes e bugigangas de marca ... esperem meu retorno!


Pretendo contar todos os passos que dei pra que vocês façam o mesmo, só que com mais segurança e mais barato!


Beijos e, hei psiu, beijo me liga ...

História na Federal do Paraná

Vestibular da Federal, 2010 - 11º colocado, depois de mais de 20 anos sem estudar ... Isso tá de bom tamanho ou quer mais? Depois de muitos anos tentando fazer alguma coisa que me desse prazer, finalmente descobri o curso História Memória e Imagem da Federal do Paraná. Já tinha dado uma olhada no mestrado, mas esse é só para Funcionário Público que consegue uma licença de 2 anos e depois retorna ao serviço. Na vida privada as coisas não são essa mamata toda, não! Porque eu falo isso? Ora, o mestrado tem aulas quase que a semana toda - de dia! Só filhinho de papai, aposentado, ou funcionário público, porque a galera que trabalha tem que trabalhar pra deixar o PIB em 4% como quer o ptelho Mantega!

Enfim, estamos lá, curtindo as aulas, os sábios, doutos, cultos e letrados doutores produzindo suas teses inéditas - de privadas a religião -ensinando-nos como pensar, repensar e "descontruir" o atual. Aliás, pessoal, eu nunca pensei que pudesse me deparar com tantos termos originais: desconstrução, recorte, viés, apropriação ... nossa, esse jargão federal universitário pós-moderno intelectual renovado é porreta! Salve o Aurélio!


Bem, a gente precisa estar lá sempre às 18h30, mas o interessante é que dificelmente nossos doutos e letrados professores adentram o recinto a essa hora, só um pouquinho mais tarde como 18h45, 19h00, parmem ... será a síndrome do funcionário público que não deve obediência ou respeito a ninguém? Creio que sim, afinal quem manda neles, já que órgão público não pertence a ninguém (só a mãe Joana), mesmo sendo com meu suado imposto de renda descontado indubitavelmente a todo mês saia parte do pagamento do salário deles ... mistérios que nem a CIA descobriria ...

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Maceió - a bela cidade

Já estive em Maceió outras quatro vezes e mais vezes ainda irei ... quem sabe curtir a aposentadoria numa praia quase deserta?
Aproveitando os feriados de setembro em Curitiba e a promoção da TAM de 4000 pontos por trecho, embarquei num belo mas frio domingo para Maceió.
Apesar de alguma chuva eventual e dias nublados, mesmo assim o sol estava forte.
Fiquei no hotel Ibis Pajuçara, preço justo (R$ 99,00 diária solteiro), café da manhã variado que também faz juz ao preço de R$ 11,00 (pense bem: no Afonso Pena ou no Luiz Eduardo Magalhães em Salvador você paga R$ 10,50 por uma mísera xícara de café com leite e uma empadinha de caldo de palmito, sim porque palmito mesmo não há!!!)
O pessoal da recepção do Ibis poderia ser melhor treinado para, pelo menos, responder aos cumprimentos de bom dia, boa noite ... enfim, nem tudo é perfeito.
Mas o que incomodou mesmo foi o barulho ensurdecedor do ar condicionado do quarto contíguo ao meu (fiquei no 409). Cada vez que o ar era ligado no quarto 410 eu não conseguia pregar o olho ... fiz a reclamação de praxe!
Como no ano passado em 7/9 estava em Maceió, ainda lembrava da muvuca que virava toda a orla, da Pajuçara a Cruz das Almas, então resolvi contratar um passeio para Angra de Ipioca com Carlos Augusto Turismo, aquelas vãs que ficam em frente a Feirinha de artesanato. O Carlos Augusto ligou na noite anterior, 6/9, mas a Recepção do Ibis não me passou o recado de que o passeio estava cancelado devido ao grande engarrafamento. Resultado: só fui saber do cancelamento no dia 7, às 8h30 da manhã ... desolado, acabei ficando por lá mesmo.
Acabei indo pra Ipioca na quinta, 9/9 com a Paraíso Dourado da agradabilissima Quitéria (82-99129175, procurem por ela, super simpática). Como só iam 3 pessoas pra Ipioca, a Quitéria mandou um taxi pegar a gente. O lugar em si não é grande coisa, não, porque praia, areia e coqueiro você encontra em toda a santa praia do Nordeste.
O pior de tudo é que não existe nenhum lugar pra você ficar a não ser o restaurante Hibiscus cujo proprietário/a é dono do condomínio pelo qual temos que passar para ter acesso a praia. O restaurante é caríssimo!!!
- o prato mais barato começava em R$ 56,00,
- uma Skol lata por R$ 4,20,
- uma caipirinha por R$ 9,80,
- porção de purê de batata a R$ 12,00
- um tira gosto como espetinho de camarão a R$ 24,00
Marque o nome pra você não cair nesta roubada: Angra de Ipioca.


Uma carroça puxada por um jegue é todo o trânsito que pude notar em Ipioca ...








Há um rio que pode ser encontrado caminhando-se ao longo da praia.





Aproveitando o domingo, contratei outro passeio com a Quitéria e apesar do tempo ruim fomos pra Tabuba. Bonita praia, um rio legal (dizem que no domingo anterior alguém se afogou no rio ...). Dá pra tomar uma caipirinha e uma cerveja sem ser esfolado como em Ipioca. Se puder, vá conhecer.




Tabuba, legal ...













Como gosto de me esticar pegando um solzinho, lendo um livro e escutando meu MP4, prefiro atravessar a rua na Pajuçara, em frente ao Ibis, e pegar uma cadeira e um guarda-sol. Preço:R$ 4,00. Se der sede, peça uma ceveja Skol "latão" como eles dizem e pague R$ 2,50 no "seu" Fernandes, atrás do memorial teotônio Vilela. Não nem barraca, é um ponto em que o pessoal aluga cadeiras e vende cerveja. Gosto demais do caldinho de feijão e queijo coalho assado que passam vendendo na praia.

Se não quiser gastar muito em Maceió e não se importa com a simplicidade, vá até a barraca 7 Coqueiros, aolado da Feirinha de Artesanato da Pajuçara. Refeiões por volta de R$ 30,00. Se estiver sozinho, cuidado! É muita comida para um único vivente!! E ainda tem a cerveja! Garçons muito simpáticos e atenciosos.

Das vezes anteriores em Maceió sempre ia ao Lopana, meu preferido pelo peixe temperado com alecrim e o purê de banana. Garçons atenciosos e sempre sorridentes.

Na primeira noite me enganei de restaurante e acabei entrando no Kanoa - não vá, a não ser que você não se importe em pagar R$ 7,20 por uma cerveja ....

sexta-feira, 9 de abril de 2010

O Incêndio - 1940-1945

Estive lendo nas últimas semanas O Incêndio, como os aliados destruíram as cidades alemãs 1940-1945, Jorg Friedrich, editora Record, 585 páginas.
Do que trata ? A impressionante destruição das cidades alemãs perpetrada pelos aliados - americanos e ingleses, principalmente, durante a II Guerra Mundial.
Guerra é guerra, dirão uns. Azar dos alemães, afinal, quem mandou gerarem e aceitarem um Hitler, dirão outros. Mas é de um simplismo cavalar julgar a destruição de relíquias arquitetônicas da Idade Média que contavam a história de parte da Europa somente pelo prisma do bem e do mal, nazismo e democracia.
Igrejas, conventos, castelos, palácios, hospitais, casas de madeira, tudo veio abaixo, incendiado pelos malditos bastões incendiários despejados aos milhões sobre Berlim, Hamburgo, Potsdam, Bremen, Kiel, Colônia, Stuttgart, Württemberg, Münster, Kassel e tantas e tantas outras mais.
Na pág. 144 do livro: "No último ano da guerra, a frota dos EUA lançou uma tonelada de bombas por minuto, totalizando, entre 16 de setembro e 31 de dezembro de 1944, 165 mil toneladas. Em 1945, o Comando de Bombardeiros realizou outras 62.824 decolagens, transportando 181.740 toneladas ... "
Destruição, morte por sufocamento, gases tóxicos, esmagados ... Nunca defendi os atos alemães nas duas guerras, mas com todo o poderio bélico aliado, me pergunto porque destruir simplesmente por destruir ? Muitos "bunkers" foram construídos por toda a Alemanha, muitos porões em casas, prédios comerciais, asilos, hospitais foram utilizados pela população alemâ para se defender do inferno dos incêndios. Mas os gases letais, a falta de oxigênio, o empurra-empurra para conseguir um lugar, acabaram matando milhares.
Um patrimônio arquitetônico e artístico de centenas de anos, originários da Idade Média virou cinzas, escombros! A troco de quê? Do total aniquilamento da Alemanha.
O livro conta em detalhes toda a preparação dos aliados, sua estrutura, as bombas disponíveis, o turbilhão causado pelo fogo, as cas antigas. Faz uma viagem pelo mapa da Alemanha cidade a cidade, do Norte para o Oeste e do Sul para o Leste, narrando como as cidades foram incendiadas, destruídas, aniquiladas, e a população trucidada, cozida, afogada, queimada, massacrada, sem olhar para homens, mulheres e crianças, sem se deter em hospitais, asilos, orfanatos. Já não interessavam mais pontos militares ou estratégicos, apenas o aniquilamento total.
Comovente e ao mesmo tempo repugnante leitura das mortes nos bunkers, nos kellers.
Eu que só conheci Berlim e Postdam, e a magnificência de palácios e construções, a grandiosidade das avenidas berlinenses, imagino como não ficaram após 1945 ...

Recomendo a leitura, não com olhos de revanchismo, mas com a intensidade da descoberta das atrocidades que são praticadas em nome sabe-se lá do que: a liberdade do mundo ocidental.
Balelas!